Média estatística das pesquisas registradas no TSE, ponderada pelo tamanho da amostra, com ajuste pelo erro que cada instituto cometeu no 1º turno. O site se atualiza às 7h e às 19h (horário de Brasília), e a projeção só muda quando sai pesquisa nova.
Cada ponto da linha é a projeção calculada com o que se sabia naquele dia. As faixas mostram a incerteza: a mais escura cobre 80% dos cenários simulados, a mais clara 95%. Os círculos são as pesquisas (quanto maior, maior a amostra); a estrela é o resultado do 1º turno.
Como ler: quando as duas faixas se sobrepõem perto de 50%, há empate técnico. A linha pontilhada vertical marca o dia da eleição; o espaço vazio até ela é o tempo que falta.
É a fração de 200 mil cenários simulados em que cada um termina acima de 50% dos válidos. Leva em conta o erro histórico das pesquisas e os dias que faltam.
Acima de zero, Lula à frente; abaixo, Flávio. Se a faixa de 95% cruza o zero, é empate técnico.
A evolução desde a primeira pesquisa de julho até a véspera do 1º turno, comparada com o resultado de 04/10, com o interesse de busca no Google e com o gasto em impulsionamento declarado ao TSE.
Linhas: média das pesquisas dos 14 dias anteriores, ponderada pelo tamanho da amostra, considerando só os votos dos dois. Pontos: cada pesquisa. Estrelas: o que a urna mostrou em 04/10.
50% = empate com Lula. Pesquisas: intenção de voto. Buscas: atenção no Google (inclui notícias negativas). Impulsionamento: fatia do gasto pago acumulado declarado ao TSE.
Variação semana a semana da fatia de Flávio nas pesquisas contra a variação do sinal online. r vai de −1 a +1; p abaixo de 0,05 indicaria relação estatisticamente clara. Com poucas semanas, nenhuma passou.
A projeção de hoje em quatro passos, para Lula (a fração de Flávio é o complemento até 100%).
Comparamos a última pesquisa de 1º turno de cada instituto com o resultado oficial, só na disputa entre Lula e Flávio. Barra para a direita: o instituto superestimou Lula. Para a esquerda: superestimou Flávio. Metade desse erro é descontada das pesquisas de 2º turno do mesmo instituto.
Institutos que entrevistam pela internet erraram menos a favor de Lula do que os que vão às ruas ou ligam por telefone. Quando um instituto não tem pesquisa de 1º turno para comparar, usamos o erro médio do seu modo de coleta.
Fato histórico, mostrado como contexto. Não entra no cálculo: são só 7 eleições, e a de 2026 teve a menor diferença no 1º turno desde a redemocratização.
Fontes gratuitas e públicas: gasto com impulsionamento declarado ao TSE, interesse de busca no Google e canais oficiais no YouTube. Isso é contexto: só entra na projeção se passar num teste estatístico definido antes de olhar o resultado.
Índice de 0 a 100 do Google Trends para cada candidato (como tópico, não como palavra). Mede atenção, não apoio: escândalo também gera busca.
Só entram pesquisas nacionais, de 2º turno, registradas no TSE, com campo depois de 04/10 e com os números conferidos na fonte. O peso de cada uma é proporcional ao número de entrevistados.
A mesma base, com regras diferentes. Se alguma variante inverter o favorito, ela aparece destacada. Serve para mostrar o quanto o resultado depende das escolhas do modelo.